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	<title>sintomas &#8211; Aflorem</title>
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	<description>Associação Florianópolis e Região de Esclerose Múltipla</description>
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		<title>Qualidade de vida na esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 22:27:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[10 princípios básicos para promover qualidade de vida para pessoas com EM]]></description>
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<p>O diagnóstico da enfermidade não representa uma realidade comum a todos os pacientes – cada um tem seu universo particular. É por isso que a qualidade de vida depende não só do tratamento capaz de mudar o curso da doença, como de intervenções que amenizem desconfortos específicos. No Atlas da EM – Mapeamento da Esclerose Múltipla no Mundo, capitaneado pela Federação Internacional de Esclerose Múltipla, as principais manifestações se distribuíram da seguinte forma:</p>



<figure class="wp-block-image"><img decoding="async" src="https://saude.novartis.com.br/esclerose-multipla/wp-content/uploads/2020/08/EM-formas-principais-manifestacoes.jpg" alt="EM-formas-principais-manifestacoes"/></figure>



<p>Ou seja, a abordagem precisa ser multiprofissional e individualizada, o que quer dizer que, além do neurologista, médicos de outras áreas terapêuticas devem auxiliar no controle de incômodos e limitações pontuais: urologistas, ginecologistas, oftalmologistas, psiquiatras, médicos da dor, entre outros. Sem falar, é claro, em todo o cuidado multidisciplinar que dá suporte imprescindível a esses pacientes.</p>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading">O Atlas 2013 da EM pontuou, ainda, 10 princípios básicos para promover qualidade de vida para pessoas com EM:</h4>



<ol class="wp-block-list"><li>Os pacientes têm plena capacidade de participar da tomada de decisão durante o acompanhamento e o tratamento.</li><li>Eles precisam ter acesso a tratamentos médicos e terapias adequados às suas necessidades.</li><li>Também precisam ter acesso a serviços de cuidados apropriados à idade, conferindo o máximo possível de independência.</li><li>Pessoas com EM devem ter informação e serviços necessários para manter um estilo de vida saudável.</li><li>O acesso à comunidade deve ocorrer por meio de transporte público acessível e tecnologia assistida para automóveis pessoais.</li><li>Familiares e cuidadores precisam receber apoio e conhecimento para amenizar o impacto da EM.</li><li>Sistemas e serviços de apoio devem estar disponíveis para que os portadores continuem exercendo atividades profissionais enquanto estiverem produtivos e com vontade de trabalhar.</li><li>Direitos e serviços devem proporcionar flexibilidade e um padrão de vida que permita, ao paciente, adequar-se às mutações inerentes à EM.</li><li>A EM não restringe a educação de pacientes nem de familiares.</li><li>A acessibilidade a edifícios públicos e residência é fundamental para a autonomia dos portadores.</li></ol>



<p><strong>Fonte</strong><em>: Atlas da EM 2013 – Mapeamento da Esclerose Múltipla no Mundo. Disponível em: <a href="https://saude.novartis.com.br/esclerose-multipla/esclerose-multipla-e-qualidade-de-vida-o-que-esperar/#">http://abem.org.br/wpcontent/uploads/2015/05/abem.org.br_pdfs_Atlas_EM_2013_FINAL_ABEM_baixa.pdf</a> </em></p>
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		<title>Sua alimentação pode amenizar os sintomas da EM.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Mar 2021 18:30:00 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="1024" height="1024" src="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-1024x1024.jpg" alt="" class="wp-image-443" srcset="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-1024x1024.jpg 1024w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-300x300.jpg 300w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-150x150.jpg 150w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-768x768.jpg 768w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-146x146.jpg 146w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-50x50.jpg 50w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-75x75.jpg 75w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-85x85.jpg 85w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em-80x80.jpg 80w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/029-alimentaçao-em.jpg 1080w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure>



<p>Quem convive com os perrengues típicos da esclerose múltipla acaba de receber um baita incentivo para comer melhor.</p>



<p>Um estudo realizado na Faculdade de Medicina John Hopkins, nos Estados Unidos, constatou que dietas ricas em frutas e verduras estão diretamente relacionadas a uma melhora nos sintomas da doença. Não existem tantas pesquisas sobre a relação da alimentação com o distúrbio neurológico.<br></p>



<p>Foram contemplados os dados de quase 7 mil pessoas. Os indivíduos responderam perguntas sobre estilo de vida, peso, exercício físico, tabagismo e ocorrência e intensidade dos sintomas da esclerose múltipla durante os seis meses anteriores ao questionário. Entre esses sintomas, fadiga, dor, problemas de mobilidade e depressão.<br>Os pesquisadores organizaram essas informações de acordo com a idade e o tempo passado desde o diagnóstico da doença para cada participante. Ao final da análise, descobriram que, entre aqueles que mantinham uma dieta mais saudável, o risco de sofrer com incapacidades físicas graves era 20% menor em relação a quem não prestava tanta atenção assim ao prato.<br>O estudo revelou ainda que, para quem mantinha um estilo de vida saudável de maneira geral, os riscos de depressão, fadiga grave e dor diminuíam em proporções também impressionantes – em 50%, 30% e 40%, respectivamente.</p>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading">Limitações do estudo</h4>



<p>Apesar de bastante interessantes, as conclusões do estudo apresentam alguns poréns. Às vezes, o paciente não conseguiu adotar uma dieta mais saudável justamente porque os sintomas já estavam avançados – a pesquisa não chega a avaliar essa questão.<br>O fato de muitos participantes do questionário serem mais velhos, brancos e terem sido diagnosticados com a doença há mais ou menos 20 anos também apresenta uma questão complicada.</p>



<p>Por último, há ainda o fato de que o levantamento não foi capaz de prever se, ao adotar uma dieta mais rica em vegetais no meio do caminho, um paciente conseguiria ou não reduzir o risco de sintomas severos da doença no futuro. Mas, convenhamos: investir na alimentação saudável não faz mal a ninguém, não é mesmo?</p>



<p></p>
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		<title>Principais sintomas da esclerose múltipla</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Mar 2021 22:45:28 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-image size-large"><img decoding="async" width="952" height="845" src="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04.jpg" alt="" class="wp-image-432" srcset="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04.jpg 952w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04-300x266.jpg 300w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04-768x682.jpg 768w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04-164x146.jpg 164w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04-50x44.jpg 50w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/SEM-img-04-84x75.jpg 84w" sizes="(max-width: 952px) 100vw, 952px" /></figure>



<p>A Esclerose Múltipla (EM) é uma doença neurológica, crônica e autoimune – ou seja, as células de defesa do organismo atacam o próprio sistema nervoso central, provocando lesões cerebrais e medulares. Embora a causa da doença ainda seja desconhecida, a EM tem sido foco de muitos estudos no mundo todo, o que têm possibilitado uma constante e significativa evolução na qualidade de vida dos pacientes. Os pacientes são geralmente jovens, em especial mulheres de 20 a 40 anos.</p>



<p>A Esclerose Múltipla não tem cura e pode se manifestar por diversos sintomas, como por exemplo: fadiga intensa, depressão, fraqueza muscular, alteração do equilíbrio da coordenação motora, dores articulares e disfunção intestinal e da bexiga.</p>



<p>A ABEM &#8211; Associação Brasileira de Esclerose Múltipla &#8211; estima que atualmente&nbsp;<strong>35 mil brasileiros tenham Esclerose Múltipla.</strong></p>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading">Mitos da esclerose múltipla</h4>



<ul class="wp-block-list"><li>NÃO&nbsp;é uma doença mental.</li><li><strong>NÃO</strong>&nbsp;é contagiosa.</li><li><strong>NÃO</strong>&nbsp;é suscetível de prevenção.</li><li><strong>NÃO</strong>&nbsp;tem cura e seu tratamento consiste em atenuar os afeitos e desacelerar a progressão da doença.</li></ul>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading">Sintomas mais comuns</h4>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Fadiga</strong></h5>



<p>Sintoma debilitante de instalação imprevisível ou desproporcional em relação à atividade realizada. A fadiga é um dos sintomas mais comuns e um dos mais incapacitantes da EM. Manifesta-se por um cansaço intenso e momentaneamente incapacitante. Muito comum quando o paciente se expõe ao calor ou quando faz um esforço físico intenso.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Alterações&nbsp; fonoaudiológicas</strong></h5>



<p>Pode surgir no inicio da doença ou no decorrer dos anos alterações ligadas a fala e deglutição com sintomas como: fala lentificada, palavras arrastadas, voz trêmula, disartrias, fala escandida (o que é?) e disfagias (dificuldade para engolir: líquidos, pastosos, sólidos).</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Transtornos visuais:</strong></h5>



<p>Visão embaçada;<br>Visão dupla (diplopia);</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Problemas de equilíbrio e coordenação:</strong></h5>



<p>Perda de equilíbrio;<br>Tremores;<br>Instabilidade ao caminhar (ataxia);<br>Vertigens e náuseas;<br>Falta de coordenação;<br>Debilidade (pode afetar pernas e o andar);<br>Fraqueza geral.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Espasticidade</strong></h5>



<p>A espasticidade é arigidez de um membro ao movimento e acomete principalmente os membros inferiores.<br>A parestesia compromete a sensação tátil normal. Pode surgir como sensação de queimação ou formigamento em uma parte do corpo;<br>Outras sensações não definidas como a dor, por exemplo.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Transtornos cognitivos</strong></h5>



<p>O paciente pode apresentar sintomas cognitivos, ou seja; de memória, durante qualquer momento da doença, e independe da presença de sintomas físicos/ motores. As funções cognitivas mais frequentemente comprometidas são no processamento da memória e na execução das tarefas. Os indivíduos se queixam muito que levam mais tempo para memorizar as tarefas e possuem mais dificuldades para executar as mesmas.</p>



<h5 class="wp-block-heading"><strong>Transtornos emocionais</strong></h5>



<p>Pode haver sintomas depressivos, ansiosos, transtorno de humor, irritabilidade, flutuação entre depressão e mania (transtorno bipolar).</p>



<h5 class="has-very-dark-gray-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Sexualidade</strong></h5>



<p>Disfunção erétil, nos homens.<br>Diminuição de lubrificação vaginal nas mulheres.<br>Comprometimento da sensibilidade do períneo (região da genitália), interferindo no desempenho do ato sexual.</p>



<figure class="wp-block-image size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="445" src="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2.jpeg" alt="" class="wp-image-435" srcset="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2.jpeg 768w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2-300x174.jpeg 300w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2-252x146.jpeg 252w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2-50x29.jpeg 50w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/03/267e009d-85f7-4e12-9122-b2c9862a6de9-768x445-2-129x75.jpeg 129w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></figure>



<p><strong>Fonte: </strong><em>http://abem.org.br/esclerose/o-que-e-esclerose-multipla/</em></p>
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