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	<title>fisioterapia &#8211; Aflorem</title>
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	<description>Associação Florianópolis e Região de Esclerose Múltipla</description>
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		<title>Como explicar a fadiga para quem não tem EM</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Feb 2021 22:51:58 +0000</pubDate>
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<p>Se você tem esclerose múltipla há algum tempo, certamente já tentou explica-la para alguém que não tem a doença. Mas como explicar a fadiga para quem não a sente? Você diz que está com fadiga e a pessoa responde: “Ah, eu também, estou muito cansada! Fiz isso ou aquilo e agora estou cansada demais!”.</p>



<p>Eis aí a diferença! A outra pessoa está cansada porque trabalhou muito, não dormiu ou se alimentou direito, fez exercícios ou qualquer outra coisa, enquanto nós, com esclerose múltipla, estamos cansados porque sim.</p>



<p>Como explicar quando acordo bem disposta, vou lavar o rosto e escovar os dentes e preciso voltar de arrasto pra cama como se tivesse acabado de correr três maratonas? Ou que mesmo não tendo feito nada o dia inteiro, estou tão cansada que até levar o garfo de comida à boca é um esforço gigante?</p>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading"><strong>Não é fácil, mas é possível (e é nosso dever).</strong></h4>



<p>É difícil, sem dúvida. É um trabalho de formiguinha. Precisamos repetir, repetir e repetir até que um dia não seja mais preciso explicar. Mas depende de nós sabermos da importância dessa compreensão alheia e fazermos esse trabalho de conscientização. Fico cansada só de pensar em quantas vezes ainda terei que explicar, mesmo assim vou continuar explicando.</p>



<p>É imprescindível falarmos sobre isso. Aos nossos amigos, parentes, cuidadores. É fundamental que as pessoas entendam que a fadiga na esclerose múltipla é muito diferente de estar cansado após realizar alguma tarefa. É uma sensação de cansaço profundo, de perda de energia e de exaustão e que não precisa de razão para sentirmos. É um sintoma frequente, crônico e incapacitante que traz grande impacto na vida cotidiana.</p>



<p>Fazer com que as outras pessoas (ao menos aquelas que convivem conosco) compreendam a fadiga é essencial porque entendendo a magnitude desse sintoma que não pode ser mensurado, serão mais capazes de nos ajudar quando precisarmos e não nos julgar como pessoas incapazes e preguiçosas.</p>



<p>Além disso, essa compreensão facilita muito as relações no trabalho, fazendo com que colegas e instalações sejam adequadas para permitir que as pessoas com esclerose múltipla continuem trabalhando.</p>



<p>A fadiga nos limita tanto! Se ao menos conseguirmos que ela seja entendida e aceita como uma verdade daquilo que sentimos e não como uma desculpa, poderemos ser muito mais produtivos!</p>



<p><strong>Fonte:<em> https://amigosmultiplos.org.br/como-explicar-a-fadiga-da-esclerose-multipla-pra-quem-nao-tem-em/</em></strong></p>
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		<title>O trabalho da fisioterapia na esclerose múltipla.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2021 22:45:00 +0000</pubDate>
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<figure class="wp-block-gallery columns-1 is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex"><ul class="blocks-gallery-grid"><li class="blocks-gallery-item"><figure><img decoding="async" width="1024" height="683" src="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-1024x683.jpg" alt="" data-id="399" data-full-url="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-scaled.jpg" data-link="https://aflorem.org.br/?attachment_id=399" class="wp-image-399" srcset="https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-1024x683.jpg 1024w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-300x200.jpg 300w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-768x513.jpg 768w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-1536x1025.jpg 1536w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-2048x1367.jpg 2048w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-219x146.jpg 219w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-50x33.jpg 50w, https://aflorem.org.br/wp-content/uploads/2021/02/physiotherapist-assisting-young-caucasian-woman-with-exercise-with-dumbbell-112x75.jpg 112w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></figure></li></ul></figure>



<p>A papel do Fisioterapeuta é de extrema importância na recuperação de pessoas com EM para que elas tenham plena atividade motora. Quer saber mais sobre o assunto? Então continue lendo!<br></p>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading"><strong>O papel do fisioterapia na reabilitação da EM</strong></h4>



<p>A esclerose Multipla (EM), é uma doença neurológica, crônica, progressiva e autoimune. Isto é, o corpo do paciente com EM, acaba não reconhecendo o próprio sistema nervoso central e o ataca, causando lesões cerebrais e medulares. Ainda de causa desconhecida, a EM não tem cura e afeta principalmente pessoas com idade entre 20 à 40 anos com predominância do sexo feminino. </p>



<p>Os sintomas mais comuns são: </p>



<ul class="wp-block-list"><li>Fadiga intensa</li><li>Depressão</li><li>Fraqueza muscular</li><li>Alteração do equilíbrio</li><li>Alteração da coordenação motora</li><li>Transtornos visuais</li><li>Dores articulares</li><li>Disfunções intestinais</li><li>entre outros.. </li></ul>



<p>Além dessas alterações físicas, a doença causa um grande impacto no âmbito social, familiar e profissional do paciente. Por se tratar de uma doença de multiplicidade de sintomas a EM deve ser acompanhada por uma equipe multiprofissional, dentre os profissionais dessa equipe está o fisioterapeuta.<br></p>



<p>O fisioterapeuta atua e todas as etapas da EM, e é fundamental que o tratamento fisioterapêutico se inicie o quanto antes, pois desta forma, as chances de minimizar as alterações funcionais serão maiores. Os objetivos da reabilitação precoce são: manter a integridade de movimentos, melhorar força muscular e controle motor, melhorar a marcha e a capacidade pulmonar, para que o paciente permanece o mais independente possível. Estudos já mostram que a fisioterapia tem capacidade de retardar a e evolução da doença e de aumentar o intervalo entre os surtos. </p>



<p>Dra Jéssica Madruga &#8211; Fisioterapeuta ASSFE</p>
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