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		<title>Fevereiro Lilás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Suelen Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2021 20:30:51 +0000</pubDate>
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<h2 class="wp-block-heading">Dia 28 de Fevereiro &#8211; Dia mundial das doenças raras!</h2>



<h4 class="has-luminous-vivid-orange-color has-text-color wp-block-heading">Mês dedicado à importância do conhecimento sobre as doenças raras!</h4>



<p>O ultimo dia de fevereiro foi a data criada em 2008 pela Organização Europeia de Doenças Raras (Eurordis) para sensibilizar governantes, profissionais de saúde e população sobre a existência e os cuidados com essas doenças. O objetivo é levar conhecimento e buscar apoio aos pacientes, além do incentivo às pesquisas para melhorar o tratamento. No Brasil, a data foi instituída pela Lei nº 13.693/2018.</p>



<p>Considera-se doença rara aquela que afeta até 65 pessoas em cada grupo de 100.000 indivíduos, ou seja, 1,3 pessoas para cada 2.000 indivíduos. O número exato de doenças raras não é conhecido, mas estima-se que existam entre 6.000 a 8.000 tipos diferentes de doenças raras em todo o mundo.</p>



<p>As doenças raras são caracterizadas por uma ampla diversidade de sinais e sintomas e variam não só de doença para doença, mas também de pessoa para pessoa acometida pela mesma condição. Manifestações relativamente frequentes podem simular doenças comuns, dificultando o seu diagnóstico, causando elevado sofrimento clínico e psicossocial aos afetados, bem como para suas famílias.</p>



<p>Geralmente, as doenças raras são crônicas, progressivas e incapacitantes, podendo ser degenerativas e também levar à morte, afetando a qualidade de vida das pessoas e de suas famílias. Além disso, muitas delas não tem cura, de modo que o tratamento consiste em acompanhamento clínico, fisioterápico, fonoaudiológico e psicoterápico, entre outros, com o objetivo de aliviar os sintomas ou retardar seu aparecimento.</p>



<p>Algumas manifestações, relativamente frequentes, podem simular doenças comuns.</p>



<p>Muitas vezes o paciente entra numa “via-crúcis” levando meses ou mesmo anos visitando inúmeros serviços de saúde e sendo submetido a tratamentos inadequados até que tenham o diagnóstico definitivo, o que implica em prejuízos muitas vezes irreversíveis para sua saúde</p>



<p>Divulgar é conscientizar</p>



<p>Diagnóstico precoce garante qualidade de vida ao paciente com doença rara!</p>



<p><em><strong>Fonte BVSMS.Saude</strong></em></p>
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